Clássicos das Copas do Mundo revisitados: partidas que marcaram gerações, dos anos 30 aos dias atuais.
Em quatro minutos no Estádio Azteca, Maradona marcou o gol mais polêmico e o gol mais bonito da história das Copas. O mesmo jogo, o mesmo homem, duas faces do futebol.
Zico, Sócrates, Falcão e o time mais talentoso desde 1970 precisavam de apenas um empate. Do outro lado, um atacante ressuscitou em 45 minutos e mudou a história das Copas.
16 passes, um pênalti e gol da Holanda antes de a Alemanha tocar na bola. E, ainda assim, Cruyff foi para casa sem o título. A final mais irônica das Copas.
Pelé, Gérson, Jairzinho e um gol do capitão Carlos Alberto até hoje eleito o mais bonito das Copas. A final que confirmou o tricampeonato e a Taça Jules Rimet para sempre.
Cinco gols em 30 minutos de prorrogação, Beckenbauer em campo com a clavícula fraturada e uma placa até hoje na frente do Azteca. A semifinal de 1970 é maior que o placar.
A Hungria de Puskás não perdia havia 4 anos e tinha goleado a Alemanha por 8 a 3 na mesma Copa. Na final, debaixo de chuva, aconteceu a maior zebra da história.